Plano curso 2º ano

          

ESTADO DE GOIÁS
Colégio Estadual Professora Olga Mansur
Disciplina: Sociologia
Professor: Lucas Francisco Pinheiro
3 º e 4 º Periodos do Ensino Médio–
Ano letivo: 2011

1. OBJETIVOS GERAIS DA ÁREA

  1. Apresentar ao aluno aspectos da  realidade social, compreendidos como o conjuntos de fatos e conhecimentos historicamente produzidos;
  2. Motivar o aluno à interrogação da realidade social;
  3. Proporcionar ao aluno os conceitos necessários à interrogação da realidade social e à apropriação dos conhecimentos historicamente produzidos;
  4. Despertar no aluno inquietações, para que ele questione criticamente seus valores e a realidade social, localmente e globalmente.

 

  1. OBJETIVOS DA INICIAÇÃO À SOCIOLOGIA
    1. Proporcionar ao aluno acesso aos conhecimentos sociológicos como instrumento de superação da visão do senso comum, visões esquemáticas e estereotipadas da sociedade na qual está inserido;
    2. Proporcionar ao aluno apropriação dos conhecimentos sociológicos como instrumento de construção de uma compreensão mais elaborada, histórica e crítica da sociedade brasileira;
    3. Possibilitar ao aluno o contato e iniciação à análise crítica de diversos bens culturais – vídeos, filmes, artigos de jornais e revistas, conferências, etc, buscando desenvolver a formação de opinião e o debate;
    4. Estimular o aluno a refletir o momento histórico em que vive, de modo que se perceba como cidadão ativo, comprometido com uma participação crítica dentro e fora da escola.
    5. Estimular o aluno a participar de Grêmios estudantis, refletido as varias faces da política e das organizações sociais ativas.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O curso também tem como objetivo o desenvolvimento de competências e habilidades tais como aquelas que foram definidas pelo educador colombiano Bernardo Toro. Para esse educador, “A escola tem a obrigação de formar jovens capazes de criar, em cooperação com os demais, uma ordem social na qual todos possam viver com dignidade” e, “para que seja eficiente e ganhe sentido, a educação deve servir a um projeto da sociedade como um todo”. Portanto, ele defende que a prioridade seja o convívio na democracia, cuja base é a tolerância.
Partindo de uma visão sobre as realidades, social, cultural e econômica, Toro elaborou uma lista onde identifica as sete competências que considera necessárias para desenvolver nas crianças e jovens para que eles tenham uma participação mais produtiva no século XXI:

  1. Domínio da leitura e da escrita;
  2. Capacidade de fazer cálculos e resolver problemas;
  3. Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos, situações;
  4. Capacidade de compreender e atuar em seu entorno social;
  5. Receber criticamente os meios de comunicação;
  6. Capacidade de localizar, acessar e usar melhor a informação;
  7. Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo.

Recentemente, Toro acrescentou uma oitava capacidade à sua relação: a de desenvolver uma mentalidade internacional. “Quando o jovem chegar à idade adulta, seu campo de atuação será o mundo”, justifica. Além disso, ele valoriza também o que chama de saber social, um conjunto de conhecimentos, práticas, valores, habilidades e tradições que possibilitam a construção de sociedades e garantem as quatro tarefas básicas da vida: cuidar da sobrevivência, organizar as condições para conviver, ser capaz de produzir o que necessitamos e criar um sentido de vida.
Outras habilidades, mais específicas ao ambiente escolar, as quais serão enfatizadas no processo de ensino-aprendizagem, podem ser classificadas em habilidades cognitivas e comportamentais:
HABILIDADES COGNITIVAS
– Leitura e interpretação de textos;
– Interpretação de imagens (filmes, obras de arte, cartazes, publicidade, mapas etc.);
– Interpretação de dados (tabelas, gráficos, quadros).

HABILIDADES COMPORTAMENTAIS
– Convivência e trabalho em equipe;
– Respeito às diferenças sociais, culturais, étnicas etc.
– Comportamento ético.

  1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
    1. A Sociologia como ciência
    2. O surgimento da sociologia
    3. O Positivismo
    4. Emile Durkheim
    5. Max Weber
    6. Karl Marx
  1. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
    1. Eixo Temático: Orientação Sexual
      1. Relações de gênero:
      2. O preço do prazer: prostituição e exploração sexual.
  1. 2 Eixo Temático: Saúde
    1. Dependência química: drogas, alcoolismo e tabagismo
    2. Anabolizantes: eficiência e ética desportiva
    3. AIDS: prevenção e solidariedade
  1. 3 Eixo Temático: Ética e cidadania
    1. Alteridades: as minorias nas sociedades complexas
    2. Marginalização, criminalidade e sistema penitenciário
    3. A cultura da agressão: violência nas grandes cidades

 

  1. ASPECTOS METODOLÓGICOS

A seleção dos conteúdos programáticos foi orientada em torno de eixos temáticos articulados ao campo epistemológico das ciências humanas em geral, e sociais, em particular, como alternativa para a introdução em ciências sociais no ensino fundamental. Além disso, esta seleção encontra-se de acordo com os temas transversais propostos pelo MEC para os terceiro e quarto ciclos, embora os temas transversais não sejam privilégio de uma disciplina em especial, mas da convergência interdisciplinar. Entretanto, reiteramos que tais temas encontram-se dentro dos objetos de estudo das ciências sociais, merecendo a nossa atenção.
O ensino temático, através do enfoque cronológico, permite a possibilidade de comparar e perceber as diferenças e semelhanças estruturais em sociedades e culturas separadas no tempo e no espaço. Por outro lado, o enfoque sincrônico permite a análise e a comparação entre sociedades contemporâneas dentro de uma perspectiva relativista que privilegia uma em detrimento da outra.
A convergência interdisciplinar permite a articulação temática e aflorar as respectivas possibilidades explicativas oferecidas pelas diferentes ciências e formas de saber (Geografia, História, Filosofia, Antropologia, Ciências Sociais, Matemática, Biologia, etc.).
O processo de ensino e aprendizagem ocorrerá através de aulas expositivas, seminários realizados por especialistas convidados e/ou pelos alunos, júris simulados, debates, painéis integrados, etc., privilegiando o diálogo entre professor e alunos.
As aulas serão planejadas objetivando uma maior participação dos alunos. Para isto,  em cada aula serão escolhidos líderes entre os alunos por escalação. Realizadas em forma de plenário, as aulas estimularão a criatividade, o espírito de liderança, de participação em grupo, etc.
Os principais recursos didáticos que usaremos serão:

  1. Textos de sociólogos, historiadores e cientistas políticos;
  2. Reportagens de jornais e revistas, filmes e documentários sobre temas atuais;
  3. Análise e discussão de textos produzidos pelos alunos a partir de diferentes estímulos (análise de reportagens de jornais e revistas, relatórios críticos de filmes e/ou palestras, leituras de textos literários de diferentes períodos, etc.) objetivando o debate e a formação de opinião.
  1. AVALIAÇÕES

A avaliação ocorrerá de forma contínua, abandonando a visão obsoleta de que apenas provas, trabalhos e testes são instrumentos eficazes de avaliação. Em qualquer avaliação sempre haverá margem para a subjetividade tanto por parte de quem avalia quanto por quem é avaliado. Assim, a avaliação contínua que propomos buscará enfatizar os aspectos qualitativos, sem descuidar dos aspectos quantitativos. Para tanto, serão adotados os seguintes critérios: as relações interpessoais (respeito pelo grupo e seus membros, solidariedade, etc.), pontualidade, criatividade, produtividade e domínio de conceitos e conteúdos intrínsecos à disciplina.
Os instrumentos de avaliação serão os seguintes:

  1. provas e testes discursivos;
  2. produção de textos;
  3. Seminários, debates, júris simulados, GV-GO, painéis integrados, estudos dirigidos, realizados em grupo, a partir de temas previamente pesquisados e/ou estudados em sala de aula;
  4. Portfolio dos alunos contendo informações sobre a sua participação em sala de aula.

 

  1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

 

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SUPLICY, Martha. Conversando sobre sexo. 16ª ed. Petrópolis: Vozes, 1990.

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WEFORT, Francisco. Por que democracia? 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.

 

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